segunda-feira, 10 de maio de 2010

CÉLULAS-TRONCO (2ª proposta)

São células indiferenciadas com o poder de multiplicar se e regenerar tecido lesionados ou com deficiência. também chamadas de células mãe. elas tem a capacidade de se transformar em células idênticas onde forem implantadas, originando nervos, músculos e ossos. elas são extraídas de três formas: na medula óssea, no cordão-umbilical e em embriões. São classificadas por:
*Totipotentes ou embrionárias - São as que conseguem se diferenciar em todos os 216 tecidos (inclusive a placenta e anexos embrionários) que forma o corpo humano.
*Pluripotentes ou multipotentes - São as que conseguem se diferenciar em quase todos os tecidos humanos, menos placenta e anexos embrionários. Alguns trabalhos classificam as Multipotentes como aquelas com capacidade de formar um número menor de tecidos do que as Pluripotentes, enquanto outros acham que as duas definições são sinonimas
*Oligopotentes - Aquelas que conseguem diferenciar se em pouco tecidos
*Unipotentes - As que conseguem diferenciar se em um único tecido.
As retiradas da molécula e do cordão-umbilical possuem algumas limitações e não conseguem originar todos os tecidos do corpo. Já as obtidas nos embriões não possuem qualquer restrição. O problema é que para extraíras, o embrião acaba sendo destruído. Mas os cientistas explicam que seriam usados apenas aqueles descartados por clínicas e que dificilmente conseguiriam provocar um gravidez. Para algumas pessoas, como grupos religiosos e anti-aborto a destruição de um embrião é o mesmo que matar um ser humano. Pela legislação determinada no Brasil, apenas embriões congelados a três anos ficariam liberados para a manipulação em pesquisas. As normas, no entanto, ainda estão sob julgamento no supremo tribunal federal (STF).
Os estudo com células-tronco tracem esperança as pessoas portadoras de doenças degenerativas como Alzheimer, Parkinson ou vitimas de acidentes que causaram perdas de movimentos. Porém, as pesquisas ainda permanecem em estágio inicial, especialmente no Brasil, embora já manifestem resultados satisfatórios comprovados cientificamente.
Alguns artigos de revistas científicas indicam as hipóteses de que as células-troco, serem inseridas de forma incorrecta, podem desenvolver tumores nos tecido aplicado. As suspeitas são apenas algumas da dúvidas que permanecem sem respostas. No entanto, foram confirmadas em alguns casos isolados durante experimentos com animais em laboratórios.
Diante das barreiras impostas às pesquisas pelas correntes contrárias, cientistas tentam "regredir" alguns tipos de células-tronco adultas para que cheguem ao estágio semelhante ao embrionário. O método, além de garantir uma fonte alternativa de matéria de pesquisa, também driblaria as questões éticas e moreis que envolvem a manipulação do embrião.

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